• Mel Navarro Designer Gráfico

Vagas de fim de Ano



A temporada de contratações para as festas de fim de ano já começou. Mesmo num ano totalmente atípico como foi o de 2020 — marcado pela pandemia de Covid-19, isolamento social e aumento do desemprego —, já foram geradas e estão abertas mais de 7.890 vagas em todo país.

Segundo especialistas, as restrições de circulação, impostas pelo risco de contaminação pelo coronavírus, irão modificar o perfil dos setores contratantes, assim como a divulgação das vagas e a seleção de candidatos que deverão ser feitas de forma totalmente on-line.

A Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Assertem) projeta que, nos últimos três meses do ano, poderão ser geradas até 400 mil vagas no Brasil. Até 20% dos postos poderão ser efetivados. O presidente da associação, Marcos de Abreu, afirma que no mês de outubro o setor da indústria tem concentrado as contratações para suprir a alta demanda do mercado, sendo que os principais segmentos que buscam reforços de trabalhadores temporários são: alimentos, farmacêutico, embalagens, metalurgia e automobilístico. Já nos meses de novembro e dezembro, Abreu reforça que o destaque será o comércio, seguido pelo setor de serviços para pessoas físicas.

Com a proximidade do Natal, o comércio abrirá muitas vagas temporárias. Assim, quem está desempregado deve ficar atento às oportunidades que vão surgir. A dica para o trabalhador é procurar uma agência de trabalho temporário.

No comércio, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), neste fim de ano, 70,7 mil trabalhadores temporários deverão ser contratados para atender ao aumento sazonal das vendas. O número é 19,7% menor do que o registrado em 2019 (88 mil). Para o economista Fábio Bentes, autor do relatório, o crescimento do comércio eletrônico reduziu as perdas do varejo na pandemia, mas impõe desafios à expansão das vendas em lojas físicas. O cargo de vendedor deverá responder por 49% das vagas, segundo ele.

Para economistas, a reação na economia no pós pandemia está mais forte no comércio e indústria. O setor de serviços está mais difícil de apresentar os sinais de recuperação porque concentra, por exemplo, bares e restaurantes, e turismo, cuja demanda depende da presença física e as pessoas estão mais cautelosas.


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